domingo, 21 de fevereiro de 2016

CENTENÁRIO DA BATALHA DE VERDUN - TRECHO DO ROMANCE " DO ORGULHO NASCE A GUERRA"


A Batalha de Verdun - O maior confronto entre franceses e alemães durante a Primeira Guerra Mundial, gerando  1 milhão de baixas.


Trecho do romance histórico " A Última Poesia - Do Orgulho Nasce a Guerra "  de Max Wagner.






O general Erich von  Falkenhayn,  era  o  novo   comandante  do  Exército Imperial  alemão. O 5º Exército alemão do Kronprinz (Príncipe Herdeiro) Guilherme, que estava defronte ao setor de Verdun há algum tempo, foi designado para realizar a ofensiva. O local era a pedra angular da frente ocidental, um ataque de frente poderia vencer os franceses. Para fazer isso o Príncipe Herdeiro tinha 12 divisões estacionadas numa frente de 13 km, com mais três divisões na reserva.


Verdun consistia de duas linhas de fortes rodeando-a numa circunferência de 48 quilômetros. Era considerada uma cidade indestrutível. O kaiser Guilherme afirmou confiantemente que a guerra na Frente Ocidental iria terminar em Verdun;  ele acreditava no sucesso total, principalmente por que seu filho estava comandando.


 Os ataques em Verdun haviam sido programados para 11 de fevereiro de 1916, mas o mau tempo obrigara o filho do Kaiser, Príncipe Guilherme a adiar o ataque, e somente ao amanhecer de 21 de fevereiro, o bombardeio finalmente começou. Foi batizada de Operação Julgamento.


 Durante as primeiras horas tudo foi bombardeado. O bombardeio então cessou e, quando os franceses se ergueram das ruínas a fim de se prepararem para atacar, os alemães com seu sistema de observação, que incluía aviões e balões, puderam notar que as posições ainda estavam defendidas. Então, continuaram o bombardeio por mais quatro horas.


Quando cessou o bombardeio, às 16 horas, em vez de desfechar um ataque em massa, os alemães sondaram a frente com patrulhas de combate. O bombardeio conseguira o efeito desejado, a artilharia francesa estava desorganizada e comunicações com a retaguarda cortada. Os franceses fizeram contra-ataques locais num dos quais morreu o Tenente-coronel Driant, que era membro da Câmara em Paris e que havia lutado para que reforços fossem enviados para Verdun.


 Os alemães continuaram a mover-se com cuidado. Eles empregaram pela primeira vez o lança-chamas, com bons resultados contra pontos-fortes, até que os franceses descobriram como enfrentá-los; atirando contra o volumoso equipamento e incendiando-o.


 O dia 25 de fevereiro de 1916 foi o mais terrível para os franceses. Uma pequena patrulha alemã de dez homens do 24º Regimento de Brandenburgo capturou o forte de Douaumont, a pedra angular das defesas francesas. Naquele dia, o general Henri Pétain de 60 anos, e líder do 2º Exército foi nomeado comandante da defesa de Verdun, e logo pôs ordem.


 No primeiro dia da batalha, a única ferrovia que chegava a Verdun fora destruída, e os franceses ficaram apenas com uma estrada estreita para uso de suas comunicações com a retaguarda. O piloto francês Jean Navarre pilotava um Nieuport pintado de vermelho e ficou famoso com a alcunha “A Sentinela de Verdun” ele derrubava qualquer avião alemão que se aventurasse pelo local. Os poilus vibravam, eram encorajados toda vez que avistavam o avião vermelho do piloto francês.


  A La Voie Sacrée (A Via Sacra),  estrada carroçável que ligava Verdun a Bar-le-Duc, tornou-se a única linha vital dos franceses. A Via Sacra estendia-se pelos 120 km que levava a Verdun os reforços e trazia de volta os soldados cansados e feridos. O responsável pela sua administração foi o major Doumenc, que deu instruções, de que excluíssem totalmente os comboios, desviando-os para rotas paralelas.


 A partir de 29 de fevereiro, cerca de 3.000 caminhões transportaram 50.000 toneladas de munição e 90.000 homens para frente todas as semanas. À medida que novas divisões eram lançadas à Verdun a luta crescia de uma maneira nunca vista. Em meados de março Verdun transformou-se no próprio inferno. Não havia campos nem bosques. Apenas uma paisagem lunar. Um lameiro repleto de crateras. A luta continuava e, em junho, o general Pétain disse ao marechal Joffre que os franceses deviam recuar.


Verdun também se transformava em símbolo de resistência para os franceses. Os brados de “Os alemães não passarão” representavam agora hinos de sobrevivência não só para os defensores de Verdun, mas também para toda a nação. Os comandantes de Verdun pensaram na retirada, e por mais aconselhável que fosse não seria possível, por que a ofensiva britânica do Somme estava prestes a começar...


De outubro em diante, os franceses realizaram uma série de ataques violentos visando recuperar todo o terreno perdido; aos poucos foram conseguindo, mesmo com baixas cada vez maiores. Doze quilômetros de território fora conquistado.


 A batalha final ocorreu em 18 de dezembro de 1916, com os franceses tendo recuperado quase todo o terreno anteriormente perdido. O Chefe de Estado Maior Erich von Falkenhayn, por pouco não esgotara por completo os exércitos franceses, como queria. Mas ele não previra tão elevado número de baixas para seu lado.


Verdun foi uma guerra de homens abandonados, ou soldados que eram capazes de liderar. Punhados de homens obrigados a agir, a responsabilizar-se. Houve aqueles que perderam o controle. Atos decisivos e corajosos eram individuais. A luta em Verdun foi uma batalha de soldados e não de generais. A batalha de Verdun resultou num massacre sem precedentes: 434 mil alemães mortos ou feridos e 550 mil franceses fora de combate.




               IMAGENS DE VERDUN  E  DA  VIA  SACRA  (VOIE SACRÉE)










































                         





   











                   JEAN NAVARRE - A SENTINELA DE VERDUN













MAJOR DOUMEC



PÉTAIN


PRÍNCIPE WILHELM


PRÍNCIPE HERDEIRO ALEMÃO


CORONEL ÉMILE DRIANT


                                              GENERAL ERICH VON FALKENHAYN


GENERAL HENRI PÉTAIN


KONPRINZ WILHELM




 VERDUN  NOS DIAS ATUAIS











      ELES NÃO PASSARÃO!


E REALMENTE OS ALEMÃES NUNCA CONSEGUIRAM PASSAR POR VERDUN.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

TEREZA RECHE - ESCRITORA

                                     TEREZA RECHE – ESCRITORA


                        



Tereza Abgail Reche - Brasil, 21 de fevereiro de 1976 – Mirandópolis-SP, escritora, comendadora, biomédica e docente de ensino superior. É autora de romances históricos e místicos. Escreveu "Ditadura de Corações" um importantíssimo romance sobre a Revolução de 1932.



                                                VIDA
                                                1976 –


      


          Tereza Abigail Reche tem 40 anos, nasceu no dia 21 de fevereiro de 1976, em Mirandópolis - SP. Ela é filha de Francisco Reche e Maria Madalena Pereira Reche, vinda de uma família extremamente pobre, teve todos os seus irmãos mortos ainda na infância. Sua mãe faleceu ainda grávida aos 39 anos na cidade de Santa Bárbara d´Oeste – SP.
       Apenas Tereza e seu irmão mais novo sobreviveram. O pai da escritora partiu para tentar se restabelecer, porém, jamais voltou, deixando-os com uma família de bens para que seus filhos tivessem chance de um futuro melhor. Seus pais adotivos, José Martinho Iatarola e Rosaly Monteiro Iatarola, já possuidores de dois filhos, Marco Antônio Iatarola e José Eduardo Iatarola, receberam as duas crianças.
          Em 1988, seu primeiro livro foi escrito, até os 15 anos de idade   escreveu mais três romances. Aos 16 anos decidiu tornar-se freira carmelita, mas seu plano mudou aos 19 anos quando se casou e teve um filho (José Matheus Dias). 


         Aos 22 anos se tornou missionária na igreja evangélica onde se converteu. A partir de então deu início a estudos profundos sobre religião até por fim, no ano de 2001 revisar o seu romance escrito na infância "Catapulta - Armadilhas do Destino", e o transformar entre 2001 e 2012 na trilogia que hoje se encontra publicada como  Armadilhas de um Tempo I, II e III. Amante de Fiódor Dostoiévski, ela sempre busca escrever de maneira a afunilar seus eleitores.
Ainda em 2001 decidiu estudar após o divórcio, formando-se em Biomedicina em 2005. Atuou na área durante anos e dedicou-se à  Docência de ensino superior, intercalando com a escrita de seus romances que sempre a acompanharam.
        Entre 2008 e 2011 inseriu inúmeros projetos e inaugurou um Laboratório de Análises Clínicas se destacando na Faculdade Anhanguera de Santa Bárbara d´Oeste. Ao se desligar da instituição, volta-se para serviços voluntários e para a escrita onde permaneceu dois anos sem dedicar-se a mais nada!
       Em 2012 decidiu se aventurar trabalhando em Navios de Cruzeiro para seu novo romance "Crew Life - Only the Strong". No navio adoeceu extremamente e foi deixada 27 dias depois no Rio de Janeiro para posterior tratamento médico, interrompendo seu projeto. Ainda nesse período criou projetos humanitários para os tripulantes do Navio, ao ver a situação em que viviam e eram tratados.
 Também criou um projeto para inserção de novos cargos profissionais em Navios de Cruzeiro e um minilaboratório para fins de auxiliar e acompanhar os tripulantes, quais se encontravam desamparados em questões trabalhistas. O projeto foi estancado logo após sua saída. 


     Entre 2012 e 2015, a carreira literária deu um salto! Publicou Armadilhas de um Tempo pela Editora Perse e Clube de Autores, recebeu selos e premiações referentes ao seu trabalho, dentro de três anos acumulou troféus e honrarias pelo romance " O Silêncio de Euller", publicou também o importante romance histórico "Ditadura de Corações" sobre a Revolução de 1932. Em 2015 é condecorada Comendadora pela Associação Braslider , pela atuação como Biomédica e Escritora.


                           

 Obras e Romances publicados

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   O Silêncio de Euller (romance espírita/misticismo)





    O romance O Silêncio de Euller, foi homenageado com o Troféu Cecília Meireles, no dia 25 de Abril na cidade de Itabira em Minas Gerais, cidade natal do escritor Carlos Drummond Andrade, no EVENTO MULHERES NOTÁVEIS.

 O romance relata o amor entre Euller Kutner, um físico conceituado e cético, por uma garota simples, filha de pescador chamada Dnajara. O que os afasta é muito mais forte que qualquer fator conhecido até então entre as paixões: 

Ele vive em 2011, ela falecera na década de sessenta. Por anos Euller a buscará, mas nem sua mente, nem sua alma a encontraria como ele pensava ocorrer... Diferente do que se pensa, amores ultrapassam qualquer dimensão, corpos, tempos, forças, medos, dores, morte ou vidas... 




                               ARMADILHAS DE UM TEMPO (romance histórico –  Trilogia)





         
    A Saga  ARMADILHAS DE UM TEMPO  permeia os maiores momentos da história da  Reforma Protestante e da Contrarreforma.

        Mistura personagens fictícios e personalidades de extrema importância no cenário revolucionário e histórico da igreja no século XVI.   Personagens como João Calvino, o escocês John Knox, Dom Henrique de Portugal, Miguel de Servet dentre inúmeros outros, estão ativos na saga. Cenários épicos como as  oito guerras religiosas e fatos inesquecíveis, como a caça às bruxas em Wiesensteig na Alemanha, também estão inseridos nos três romances da saga. 
      Monges da Ordem de Cister, Santo Ofício e inquisidores, conventos transformados em cárceres e o amor incondicional entre Esteban Delmar, líder huguenote e Catalina Laguna, ex-noviça da 3ª Ordem do Carmo, são o pano de fundo desse maravilhoso e inesquecível romance.
Histórico por abordar de maneira meticulosa eventos que de fato permearam nossa história, os capítulos circundam os  quatro cantos da Terra onde a Inquisição fez milhares de vítimas inocentes. Guerras religiosas, líderes huguenotes, autos da fé, e finalmente o Édito de Nantes! Armadilhas de um Tempo é muito mais que um romance, é uma reflexão... Até onde vale a pena lutar pelo que julgamos correto?


                                           ARMADILHAS DE UM TEMPO 1 




          Cartagena, Espanha, século XVI... No ano de 1536 o destino de uma jovem noviça da 3ª Ordem do Carmo, e de um jovem monge da Ordem de Cister, seriam traçados para sempre. E diante das fogueiras da inquisição que os perseguiam, dos ideais de um líder limitado ao amor incondicional por aquela mulher, nascem sentimentos, laços e abismos jamais pretendidos por eles!

Em tempos onde não se admitia mentes pensantes, e corações ardentes, Esteban Delmar e Catalina Laguna, sofreram amargamente as armadilhas que lhes imputaram...


 Mas os dias lhes trariam muitas surpresas, e a história da Reforma estaria sendo esculpida pelos passos de sua geração! Os frutos daquele amor trariam aquele século a vingança, e a espada, enquanto o coração de uma bela mulher tecia as escuras uma longa manta de intrigas, mentiras e traição por não possuir o homem que amava! Guerras religiosas, líderes huguenotes, autos da fé, e finalmente o Édito de Nantes!


                                                           Armadilhas de um Tempo II - As Ovelhas de Laguna


       


       Em tempos de guerra, intriga e traição. O mal e a morte rondavam as ruas escuras da Europa. Não havia confiança, quem se opusesse ao poderio dos líderes religiosos da época, fosse do clero romano ou Calvino, não teria escolha.


       Foi quando aqueles que, vendo na justiça límpida de regras de homens a verdadeira liberdade, encontraram como barreira os cárceres da inquisição! E amigos que antes davam suas vidas pelos seus, entregavam-nas em oculto. A ingenuidade se mostrava lúbrica e não mais tão confiável... E tudo o que Esteban pensava conhecer, se voltava contra ele, e seus inquisidores estavam na verdade vivendo mais próximos do que ele poderia sequer imaginar...



                 Armadilhas de um Tempo III - Eis que o Lobo  era Cordeiro




   

Este último volume da saga conta o desfecho entre católicos e protestantes no conturbado século XVI. Esteban e Catalina passaram por tudo para viver o seu grande amor; inquisição, vingança, inveja e ambição. Conheça agora o final desta história. 




               Ditadura de Corações. O Incrível romance sobre a Revolução de 1932.  


                       


       Em épocas que ideais valiam mais que sentimentos, para muitos não serviria de argumento o amor. Ainda mais quando se possui uma alma sonhadora, em meio a uma década de chumbo, o resultado não poderia ser outro senão feridas fatais.
      É 1930, e a Capital Federal do Rio de Janeiro tem por presidente Washington Luís. A situação se torna conturbada desde que resolve apoiar Júlio Prestes, presidente de São Paulo a sua sucessão. Minas, Rio Grande do Sul e Paraíba rejeitaram, e tamanha fora rejeição que o romance desencadeia a trama através deste descontentamento. E num efeito cascata, evento a evento, a partir de 1930 o país tomará rumos, sofrerá danos, verterá sangue do próprio sangue, e se verá aprisionado por aquele que outrora, jurou ser seu libertador.




                      No foco daquele que ama ( antologia de contos longos)







     A Coletânea traz quatro Contos que abordam desde situações atuais como a tecnologia e sua influência sobre os sentimentos e relacionamentos à distância, até o caos provocado na vida de pessoas que nada tinham com a ditadura e seus ideais desvairados da época de Getúlio Vargas.  Expressa a real essência do amor, que independe de tempo e espaço, e por fim, mostra que nem mesmo o destino consegue mudar a natureza humana e seus anseios. 

    Conto (Sete dias para a Eternidade) - Valquíria simplesmente achava que seus problemas eram tamanhos, que nada mais faria sentido... Para ele, a vida lhe reservava nada mais que um mês, mas bastaram apenas sete dias para que ambos encontrassem a vista da eternidade... E o que era lágrima ele converteu em sorriso, e percebeu com isso, que mesmo o destino lhe permitindo tão pouco, foi o que bastou para fazer valer a pena sua estadia na viagem chamada "Vida". 

     Conto (O Estranho no Ninho)- São Paulo capital...Naquele quarto, da mansão de seus pais, ou nos passeios sem destino no carro do ano oferecido sem esforço algum por eles, Fabrício continha um vulcão de rejeição pelo óbvio, pelo fácil e pelo injusto... Uma riqueza nauseante contrastada com a realidade que berrava pela sua alma.
O que foi feito erroneamente por Katarine sua mãe? Uma arquiteta casada com um dos mais bem sucedidos juízes daquela cidade, que sempre teve uma certeza insana, a de que conhecia sua prole...Mas um silêncio tão nítido nos olhos de Fabrício provariam de forma devastadora à orgulhosa Katarine, que existia um clamor lá fora... Fora do conforto de sua mansão e dinheiro fácil. E que talvez o apelo que o submundo fazia quase de forma inaudível para ela, gritava por seu filho de forma irresistível!



Conto (Desencontro de Marés) - Desde quando amores devem necessariamente ser vividos da forma que se idealiza a sociedade, para que se eternizem? Não... Não necessitam.

Os dias vindouros, aliados a era da tecnologia haveriam de provar, que nem sempre sua alma gêmea chegará até você, e que em alguns casos como o de Paulo e Ana, jamais se unirão. Porém, mesmo a distância friamente rompendo sua paz, e nenhum esforço sendo reconhecido pelo destino... Eles entenderam que às vezes, apenas alguns dias bastam para que a alma mesmo agora sozinha, aceite; em algum espaço real, o amor existiu.   Conto (Ditadura de Corações)- 1930... Minas Gerais, Ditadura Militar, era Vargas...


Anastácia tinha um lado perigoso, a inocência... Felipe, um lado oculto, sua fraqueza frente à ela... Mas nem o perigo daquela ingenuidade ruiva, nem o amor entregue dele escondido do mundo, os libertariam da mais insana das ditaduras; aquela que impõe seu legado aos corações! E perdidos em meio a interesses que não eram deles, pagaram por uma década sangrenta e fria, um preço alto demais!





                   Inúmeras Palavras (ensaio poético)





Inúmeras Palavras é um ensaio de oitenta e um textos breves poéticos. Cada texto, trás angústias, dores, desvarios e loucuras de uma mente entorpecida pelos danos da paixão, em outros a paz e calmaria, de uma alma que ama... E entre o irônico, a dor, as alegrias e o romantismo se encontram "inúmeras palavras"... 




A autora escreve para  blogs e possui dois blogs pessoais, Por Tereza Reche  e  Diário da Alma, onde no primeiro publica artigos políticos e reflexões em geral. No segundo, crônicas, poemas e fragmentos de seus livros.





http://www.resumosinopse.blogspot.com.br/


https://www.facebook.com/tereza.reche

https://www.facebook.com/Escritora-Tereza-Reche

http://porterezareche.blogspot.com.br/






Indicações e Prêmios Recebidos




     Em 2015 a autora recebeu indicações e reconhecimentos pelas suas obras. Pelo romance "O Silêncio de Euller", no ano de 2015 a indicação ao  Troféu Cecília Meireles, sendo premiada em Abril deste ano na cidade de Itabira - MG. Em julho foi condecorada a Comendadora pela  Associação Brasileira de Liderança - Braslider, mas não pode comparecer à cerimônia por motivos de saúde.               

        Em outubro do mesmo ano, foi indicada ao prêmio Carlos Drummond Andrade e recebeu o troféu pela sua atuação literária. Em dezembro recebeu o convite para ocupar a Cadeira número 30 da  Academia Luminescência Brasileira de Letras - ALUBRA, qual aguarda tomar posse em julho de 2016.


     Também foi indicada ao Prêmio Carlos Chagas pela atuação como Biomédica quando Coordenadora do curso de Biomedicina, pela Faculdade Anhanguera de Santa Bárbara entre 2008 e 2011, quando inaugurou o Laboratório Escola de Análises Clínicas que atende aos alunos desta instituição atualmente.
  Além de suas publicações pessoais como romancista, a autora produziu em sua gestão na Coordenação inúmeros projetos curriculares direcionados aos estudos biomédicos; dentre estes:


·         RECHE, T. A. ; Lucarpin, I . Projeto Biomédico. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


·         RECHE, T. A.  Gestão Laboratorial. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).


·         RECHE, T. A. . ATPS-BIOQUÍMICA METABÓLICA. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


·         RECHE, T. A. . ATPS-DIAGNÓSTICO POR IMAGEM. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


·         RECHE, T. A. . CONTROLE DE QUALIDADE E AUTOMAÇÃO. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


·         RECHE, T. A. . GESTÃO LABORATORIAL. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


·         RECHE, T. A. . ADMINISTRAÇÃO LABORATORIAL. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


·         RECHE, T. A. . TÓPICOS EM BIOMEDICINA. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Acadêmica).


          


Referências



     1.    Entrevista com a escritora Tereza Reche (em pt-BR) Cabine Cultural


2.    TEREZA RECHE – ENTREVISTA Nº 607. (em pt-BR) Selmo Vasconcellos (2015-08-19). 


3.    Tereza Abgail Reche | Escavador (em pt-BR) Escavador


     4.      Gazeta da Semana | Dra.Tereza Reche gazetadasemana.com.br


5.     www.facebook.com


6.     Braslider


7.     Portal Novo Momento de Notícias. www.novomomento.com.br


8.    Revista Bragantina On Line sites.google.com


9.    Félix Eventos & Cerimonial www.eustaquiofelixcerimonial.com.br


10. BRASLIDER HOME www.braslider.org


11.  Félix Eventos & Cerimonial www.eustaquiofelixcerimonial.com.br


12. itanhemfest, Eptacio Costa -. Itanhem Fest | ALUBRA dá posse a mais de 100 acadêmicos do Brasil e exterior; Zarfeg está entre os empossados www.itanhemfest.com.br


13. Félix Eventos & Cerimonial www.eustaquiofelixcerimonial.com.br


14. Félix Eventos & Cerimonial
 www.eustaquiofelixcerimonial.com.br