sábado, 27 de junho de 2015

Museu Cultural e Arqueológico Água Vermelha


Museu Água Vermelha


Estou inaugurando um tema exclusivo no meu blog, O Museu Cultural e Arqueológico Água Vermelha, que fica na cidade onde moro, Ouroeste-SP. O local está à 35 km de Fernandópolis-SP, perto do Rio Grande, fronteira de São Paulo com Minas Gerais, o museu abriga fósseis  de milhares de anos que pertenceram aos indígenas da região. O lugar visa fomentar a história da cidade e divulgar a cultura da região de Ouroeste.





O Museu Cultural e Arqueológico - Água Vermelha, guardião de um acervo de suma importância para a Nação Brasileira, situado na Avenida dos Bandeirantes, n° 2090, Jardim Sarinha, em Ouroeste, convida você e sua família para conhecer a exposição: Ouroeste, 9 mil anos de história. Horário de Atendimento Terça, quarta e sexta-feira – Das 09:00 às 16:00 horas Quinta-feira – Das 09:00 às 16:00 e das 19:00 às 22:00 horas Domingo – Das 13:00 às 18:00 horas Ação Educativa – Visita Guiada Grupos de no mínimo 6 pessoas Visita ao Sítio Arqueológico: Agendamento de no mínimo 2 dias, Duração da visita guiada: 01:30’ Contato: (17) – 3843-1481 – Selma – Relações Públicas do Museu

Após uma inundação, pescadores encontraram, às margens do Rio Grande, um quilometro da Barragem da Usina Água Vermelha, em Ouroeste, divisa de Minas com São Paulo, grande quantidade de ossos humanos. A descoberta foi notificada à polícia e a Funai. A partir da identificação efetuada, recolheu o material que havia coletado, disponibilizou-o para os pesquisadores que seriam contratados e efetuou gestões com os envolvidos. O processo culminou com a ação do Ministério Público da União, que garantiu o estabelecimento de acordo entre as partes por meio da elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta. Desta forma foram desenvolvidas as pesquisas acadêmicas e propiciada pela empresa e compensação pela destruição dos bens arqueológicos quando da construção da usina já em operação há décadas.

 A construção do museu é fruto destes entendimentos e viabilizou a manutenção do acervo próximo ao local de origem, a devolução do conhecimento produzido, assim como estimulou o desenvolvimento regional e sua inclusão nas políticas culturais do país. A prefeitura elaborou sua política municipal de preservação, cedeu o terreno para a construção e criou o Museu Municipal de Arqueologia. Editou lei de proteção dos bens culturais, instituiu o Conselho Deliberativo Municipal do Patrimônio Cultural, instituiu o tombamento municipal e a proibição de destruição destes bens, Apóia as atividades culturais e de formação de pessoal, fornecendo bolsas de estudo.

O Centro Cultural e Arqueológico de Ouroeste foi criado em 11 de julho de 2001 pela Lei Municipal nº 224/2001, localizando-se em uma área de 500 metros quadrados. O prédio compreende uma área de 282,52 m², contendo um auditório para 45 pessoas (com 41m²) , área administrativa junto com a reserva técnica (com 81,18 m²) , reserva técnica (com 19,75 m²) e área de acesso coberta de 50,3 m². O acervo do Centro Cultural é composto por documentos e materiais arqueológicos pertencente ao município. Suas coleções são do período pré-coloniais líticos, cerâmicos e cemitérios, totalizando aproximadamente 12.500 peças (acondicionadas na reserva técnica) , 500 estão na exposição em uma área de 90,27 m², que permite ao visitante conhecer um pouco da pré-história dos antigos habitantes das margens do Rio Grande e região.

 A Exposição é composta por um painel introdutório que localiza o visitante nas questões trabalhadas durante o percurso expositivo, através de painéis e elementos cenográficos das duas escavações realizadas em 1997/98 e 2001. O acervo foi analisado por arqueólogos, biólogos e bioantropólogos da USP e é cuidado em laboratório, realizando lavagem, secagem e classificação (lítico, cerâmico, fauna ou ossos humanos) , posteriormente são registrados em fichas específicas e colocados em painel que retrata a riqueza arqueológica da região de Ouroeste.




























A Última Poesia - Do Orgulho Nasce a Guerra - Página 3

A partir de hoje vou publicar trechos do meu romance histórico " Do Orgulho Nasce a Guerra " primeiro volume da saga " A Última Poesia" que narra as duas guerras mundiais. É uma grande oportunidade para os leitores que não puderam adquirir o exemplar. Até o final do ano pretendo deixar o livro completo para leitura. O verdadeiro desejo do escritor não é ficar rico e famoso, mas que os seus escritos sejam lidos por todos.



Página 3


O maior propósito para escrever um romance militar é mostrar o horror da guerra. A saga “A Última Poesia” foi escrita graças a um enorme acervo de livros, documentos, vídeos e imagens sobre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, uma pesquisa que durou dezoito anos, sua Literatura foi formada pelos testemunhos escritos dos combatentes que viveram essas terríveis guerras, somente esses homens poderiam ter descrito o que realmente aconteceu, foram eles que viveram todo aquele horror, esses bravos me deixaram uma impressão que tentarei expressar em palavras.


“A guerra é realmente uma droga, ela não prova nada e não serve para nada, a não ser tirar a vida das pessoas, as guerras devem servir de um grito de alerta ao mundo, para que possam ser feitos todos os meios para evitá-las, se a palavra guerra pudesse ser riscada da existência humana, eu não me importaria nenhum pouco em encerrar minha carreira de escritor histórico-militar, queimaria os meus livros que foram impressos, eu seria escritor de qualquer outro gênero literário, menos história militar, mas infelizmente as guerras ainda existem, sendo assim minha consciência me obriga a retratar o horror e a inutilidade das guerras. Quem sabe as pessoas possam ser convencidas a desapoiar qualquer tipo de guerra”.


Max Wagner





segunda-feira, 22 de junho de 2015

Escritor Max Wagner foi um dos convidados da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto-SP

TEMA - RUMOS DA LITERATURA - O FUTURO DO LIVRO IMPRESSO E OS LIVROS DIGITAIS.

Domingo, dia 21 terminou a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, foi um evento que sempre guardarei na lembrança. Eu fui um dos escritores convidados para participar da Feira, palestrei ao lado de três escritores fantásticos. Confiram as fotos.