terça-feira, 29 de abril de 2014

Pearl Harbor

FILME  PEARL  HARBOR

No filme Pearl Harbor, de 2001, pouco antes do bombardeio japonês em Pearl Harbor, dois amigos que são como irmãos um para o outro se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos entrem na 2ª Guerra Mundial. Rafe se apaixona pela enfermeira Evelyn e decide se alistar na força americana que lutará na 2ª Guerra Mundial, em Londres, Danny torna-se piloto da Força Aérea dos Estados Unidos e permanece no país.

Capa do filme Pearl Harbor

Dados Técnicos

Diretor: Michael Bay
Duração: 183 minutos
Ano: 2001
País: EUA
GêneroAção
Cor: Colorido

Curiosidades

  • Pearl Harbor é uma base naval dos Estados Unidos e o quartel-general da frota estadounidense do Pacífico, na ilha de O’ahu, Havaí, perto de Honolulu. O ataque a Pearl Harbor, por parte do Japão, em 7 de dezembro de 1941, provocou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
  • No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.
  • Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas, na verdade nenhum piloto de caça foi enviado para esta missão.
  • O filme mostra uma cena onde o presidente americano Franklin Delano Roosevelt levanta de sua cadeira de rodas, o que nunca aconteceu.

Filme O Patriota de Mel Gibson

Filme: O Patriota, de 2000

Filme: O Patriota, de 2000
 
No filme O Patriota, de 2000, Benjamin Martin é um herói do violento conflito entre França e Índia. Desde o término da guerra, ele renunciou a luta e resolveu viver em paz com sua família. Mas quando os ingleses levam a guerra da independência americana para dentro de sua casa, Benjamin não vê outra saída a não ser pegar nas armas novamente e liderar uma brava rebelião em uma batalha contra o implacável e equipado exército britânico.

>> Compre na Livraria Saraiva (R$ 39,90)

>> Compre na Loja Submarino (R$ 29,90)

Dados Técnicos

Diretor: Mel Gibson
Duração: 175 minutos
Ano: 2000
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido

Curiosidades

A Guerra da Independência dos EUA (1775–1783), começou após a assinatura do Tratado de Paris que, em 1763, pôs fim à Guerra dos Sete Anos. Neste contexto, as treze colônias começaram a ter seguidos e crescentes conflitos com a Coroa britânica.
Francis Marion (1732-1795) foi um herói da Guerra de Independência dos Estados Unidos. Nascido na Carolina do Sul numa família de origem huguenote, foi tenente-coronel no Exército Continental e general-de-brigada na milícia da Carolina do Sul.
O soldado Francis Marion inspirou o personagem Benjamin Martin. Mas ele não era um homem de família como mostra o filme. Ele foi um proprietário de escravos que só se casou ao final da guerra.
Historiadores também dizem que Francis Marion perseguia e matava índios Cherokee.
O filme mostra a vitória dos revolucionários sobre os britânicos, na Batalha de Guilford Court House. Na verdade, os britânicos saíram vitoriosos desta batalha.

Bandeira dos Estados Unidos: Neste trecho, Benjamin Martin decide não desistir de combater os exércitos ingleses, mesmo após a morte de seu primogênito Gabriel. Com a bandeira americana em mãos, ele corporifica o ideal patriótico da jovem nação americana.
Vitória dos colonos: Neste trecho, a milícia comandada por Benjamin Martin e as tropas do exército norte-americano enfrentam e vencem os ingleses. Além da conclusão dos conflitos entre colonos e colonizadores, Martin consegue se vingar do assassino de seus dois filhos. Fragmento que permite trabalhar com alguns aspectos da independência dos Estados Unidos da América.

No filme O Patriota, de 2000, Benjamin Martin é um herói do violento conflito entre França e Índia. Desde o término da guerra, ele renunciou a luta e resolveu viver em paz com sua família. Mas quando os ingleses levam a guerra da independência americana para dentro de sua casa, Benjamin não vê outra saída a não ser pegar nas armas novamente e liderar uma brava rebelião em uma batalha contra o implacável e equipado exército britânico.
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Dados Técnicos
Diretor: Mel Gibson
Duração: 175 minutos
Ano: 2000
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Curiosidades
A Guerra da Independência dos EUA (1775–1783), começou após a assinatura do Tratado de Paris que, em 1763, pôs fim à Guerra dos Sete Anos. Neste contexto, as treze colônias começaram a ter seguidos e crescentes conflitos com a Coroa britânica.

Francis Marion (1732-1795) foi um herói da Guerra de Independência dos Estados Unidos. Nascido na Carolina do Sul numa família de origem huguenote, foi tenente-coronel no Exército Continental e general-de-brigada na milícia da Carolina do Sul.

O soldado Francis Marion inspirou o personagem Benjamin Martin. Mas ele não era um homem de família como mostra o filme. Ele foi um proprietário de escravos que só se casou ao final da guerra.

Historiadores também dizem que Francis Marion perseguia e matava índios Cherokee. O filme mostra a vitória dos revolucionários sobre os britânicos, na Batalha de Guilford Court House. Na verdade, os britânicos saíram vitoriosos desta batalha.

Bandeira dos Estados Unidos: Neste trecho, Benjamin Martin decide não desistir de combater os exércitos ingleses, mesmo após a morte de seu primogênito Gabriel. Com a bandeira americana em mãos, ele corporifica o ideal patriótico da jovem nação americana.

Vitória dos colonos: Neste trecho, a milícia comandada por Benjamin Martin e as tropas do exército norte-americano enfrentam e vencem os ingleses. Além da conclusão dos conflitos entre colonos e colonizadores, Martin consegue se vingar do assassino de seus dois filhos. Fragmento que permite trabalhar com alguns aspectos da independência dos Estados Unidos da América.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Menino Mascote da SS era judeu

Um menino judeu que teve toda a família morta durante a Segunda Guerra Mundial acabou sendo adotado pela SS nazista e, segundo ele, se tornou “mascote” do grupo. Alex Kurzem se mudou para a Austrália em 1949 e guardou por décadas os segredos do passado, agora revelados no livro "O Mascote". "Eles me deram um uniforme, uma pequena arma e uma pequena pistola", Alex disse à BBC. "Eles me pediam para fazer pequenos trabalhos - engraxar sapatos, trazer água ou acender a lareira. Mas meu principal trabalho era entreter os soldados. Fazê-los um pouco mais felizes." Memórias dolorosas Em 20 de outubro de 1941, a vila onde Alex morava com a família na Bielorússia foi invadida pelo Exército alemão. O menino de cerca de cinco anos viu todos os homens do local sendo enfileirados e executados. Entre os mortos, estava seu pai. "Eu não queria morrer, então no meio da noite eu tentei escapar. Dei um beijo na minha mãe e corri para as colinas ao redor da vila." Naquele dia, sua mãe, seu irmão e sua irmã foram mortos. Alex ficou escondido na floresta, tentando não fazer nenhum barulho. Depois que os tiros pararam, ele tentou buscar ajuda. Alex Kurzem viu atrocidades como mascote do nazismo "Eu batia nas portas das pessoas e eles me davam pedaços de pão, mas me diziam para ir embora. Ninguém me acolheu", disse Alex. Depois de nove meses na floresta, um homem o entregou à polícia local, que mais tarde foi incorporada à SS nazista. Naquele mesmo dia, pessoas estavam sendo enfileiradas para execução e Alex pensou que ele também morreria. Identidade falsa "Havia um soldado perto de mim e eu perguntei: 'Antes de você me matar, poderia me dar um pedaço de pão?' Ele me olhou e me levou para trás do prédio da escola. Me examinou com cuidado e viu que eu era judeu. 'Isso não é bom', ele disse." "Olha, eu não quero te matar. Mas se eu te deixar aqui, você vai morrer", disse o soldado. "Vou te levar comigo, te dar um novo nome e dizer ao outros soldados que você é um órfão russo." Até hoje, Alex Kurzem não sabe por que o sargento Jekabs Kulis ficou com pena dele, mas ele acredita que sua aparência ariana foi importante. A partir daquele momento, Alex se tornou um símbolo do nazismo e aparecia em filmes da época como "o nazista mais jovem do Reich". Ele viu de perto de combates na frente russa e foi até usado pela SS para atrair judeus para sua morte. Do lado de fora dos trens que levavam as vítimas para os campos de concentração, Alex distribuía barras de chocolates. Nem mesmo a mulher de Kurzem sabia do segredo Em 1944, quando os nazistas estavam perto da derrota, Alex foi entregue a uma família da Letônia. Cinco anos depois, ele conseguiu chegar à Austrália e decidiu manter seu passado em segredo. Nem mesmo sua esposa australiana, Patricia, sabia do que ele tinha passado. "Quando eu deixei a Europa, eu disse: 'Esqueça o passado'. Você está indo para um novo país e uma nova vida", explicou Alex. "Eu dizia para as pessoas que tinha perdido meus pais na guerra, mas não entrava em detalhes." Em 1997, Alex Kurzem decidiu revelar o segredo para sua família e começou uma jornada para descobrir mais sobre seu passado com o filho, Mark. Depois de visitarem a vila onde ele nasceu, eles descobriram que seu nome verdadeiro era Ilya Galperin e recuperaram um filme no arquivo da Letônia em que Alex aparecia com uniforme completo da SS.

domingo, 27 de abril de 2014

Comemorações na França do Centenário da Primeira Guerra Mundial

O centenário da Grande Guerra, 1914-1918



Memorial - Estrasburgo
Este monumento aos mortos, localizado na praça da République em Estrasburgo, tem como única inscrição “Aos nossos mortos” sem mencionar a pátria pela qual os soldados sacrificaram sua vida. A escultura representa uma mãe (simbolizando a cidade de Estrasburgo) com seus dois filhos moribundos nos joelhos, um alemão e o outro francês. 


A comemoração do centenário da Grande Guerra é um momento de unidade nacional. Ao dar o pontapé de saída para as comemorações de 14-18, o chefe de Estado francês insistiu sobre os ensinamentos a retirar da Primeira Guerra mundial, que deve recordar a força de uma Nação quando esta está reunida. Depois de ter evocado os valores da França e da República, o chefe do Estado recordou igualmente "a imperiosa obrigação de uma Europa unida que possa garantir a solidariedade e a paz".
Um 14 de julho colocado sob o signo da fraternidade internacional
Mais de 70 países beligerantes da Grande Guerra foram convidados a participar nos Campos Elíseos do desfile de 14 de julho de 2014. "Esta festa internacional será inédita, já que vai ser internacional", congratulou-se o presidente da República. E para especificar que este desfile será, sobretudo, "uma grande manifestação pela paz".
As outras datas importantes da agenda 2014
  • O dia 3 de agosto de 2014: comemoração da declaração de guerra da Alemanha à França, com a participação do presidente da República federal da Alemanha.
  • Setembro de 2014: comemoração da primeira batalha do Marne, para saudar o heroísmo daqueles que preservaram o país da derrota parando a ofensiva contra Paris.
  • O dia 11 de novembro de 2014: inauguração do memorial internacional de Notre-Dame-de-Lorette, para prestar homenagem a todos os combatentes da Primeira Guerra mundial.
Grande recolha de documentos
Construir uma ponte entre as histórias pessoais e a história nacional, salvar do esquecimento, ou até do desaparecimento, toda uma parte do patrimônio e completar as coleções de arquivos públicos, tais são os objetivos da grande recolha de documentos sobre a Grande Guerra junto de todos os franceses, organizada pela missão do Centenário 14-18.
Cada um é convidado a abrir os seus arquivos pessoais - cartas, cadernos de croquis, jornais, fotos – para dar a conhecer a sua história familiar e proporcionar esclarecimentos preciosos sobre este período. Foram previstos cerca de 70 sítios de recolha repartidos por todo o território a fim de acompanhar os particulares por ocasião da digitalização dos seus arquivos familiares.
Esta documentação de caráter inédito permitirá apreender outra faceta da Primeira Guerra mundial, fornecendo testemunhos de comportamentos coletivos e individuais que o conflito suscitou. Uma vez digitalizados, total ou parcialmente, consoante o interesse para a memória coletiva, estes documentos podem ser consultados na biblioteca em linha Europeana.
A etiqueta centenário
Colocada sob a direção do ministro adjunto responsável pelos Antigos Combatentes, a missão do Centenário também está encarregada de organizar, de 2014 a 2018, os momentos fortes do programa comemorativo definido pelo Governo. Em toda a França e no estrangeiro, mais de mil projetos receberam a etiqueta centenário.
Será dada uma atenção muito especial aos locais de memória. Entre eles: o memorial de Verdun, o historial de Péronne, na Somme; o museu da Grande Guerra do país de Meaux; o espaço museológico sobre o Chemin des Dames.