terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Oito milhões de cavalos foram enviados para a Primeira Guerra Mundial

Oito  milhões  de  cavalos  foram  enviados  para  a  Primeira  Guerra  Mundial


Cavalo de guerra

Filme  Cavalo  de  Guerra -  Steven  Spielberg

O filme conta a história da amizade entre Albert e seu cavalo Joey. Depois de ser vendido para a cavalaria inglesa durante a Primeira Guerra Mundial, o corcel emociona ambos os lados com sua bravura. Albert se alista para recuperar seu amigo e trazer Joey de volta para casa.


Historiadores calculam que mais do que 90% dos cavalos ingleses enviados para os campos de batalha na Primeira Guerra Mundial (1914-1919) nunca retornaram. Na época, embora já se empregasse carros e tanques, e boa parte da guerra tenha sido realizada em trincheiras, os animais ainda representavam uma das principais formas de locomoção em terreno de combate. Era a chamada “cavalaria”, considerada uma tropa rápida e eficaz de luta envolvendo soldados.
Mas os cavalos não serviram apenas para carregar os soldados: esses incríveis animais também foram vitais para o envio de mensagens, transporte de armas e suprimentos. No teatro de guerra, deste modo, os cavalos tinham um valor estratégico. E isso, claro, consumia recursos. Como passavam horas e até dias carregando grandes quantidades e peso, passando frio e calor, precisavam ser alimentados corretamente. Durante os quatro anos de campanha, o exército britânico, por exemplo, precisou arcar com toneladas de alimentos.
De acordo com o site World War History Online, estima-se que até o fim da Primeira Guerra Mundial cerca de 8 milhões de cavalos tenham sido utilizados por ambos os lados envolvidos no conflito, além de 213 mil mulas. Haveria, no entanto, uma disputa a respeito do número de animais que perderam suas vidas. Para os britânicos, dos quase 1 milhão de cavalos enviados ao front aliado, apenas 65.000 retornaram. A maioria teria morrido, mas muitos também se perderam ou simplesmente foram vendidos. É impossível determinar com exatidão o destino desses cavalos-soldados. Mas há espaço para algum heroísmo nisso tudo. Documentos encontrados no Ministério da Guerra, encontrados no Arquivo Nacional em New, revelam que dezenas de milhares de animais que corriam risco de morte após lutarem na guerra foram salvos graças a um ofício que Winston Churchill enviou para a sua própria secretaria de Estado de Guerra e par ao Ministério de Transporte. Em apenas uma semana, foram enviados de volta para Grã-Bretanha 21 mil cavalos.
Enquanto isso, as forças francesas calculam em 524 mil o número de cavalos tombados. Já as forças alemães, do outro lado, dizem que as fatalidades envolvendo cavalos podem ter sido alcançado a casa dos dois milhões. Apesar da discordância dos números, uma coisa é certa: os animais foram parte decisiva do combate e também foram vítimas de sua violência extremada.
A história dos cavalos na Primeira Guerra Mundial ainda é desconhecida do grande público. Mas, recentemente, foi possível descobrir um pouco mais sobre ela com o filme do diretor americano Steven Spielberg, “Cavalo de Guerra”, lançado em 2012. A sinopse do filme: Ted Narracot (Peter Mullan) é um camponês destemido e ex-herói de guerra. Com problemas de saúde e bebedeiras, batalha junto com a esposa Rose (Emily Watson) e o filho Albert (Jeremy Irvine) para sobreviver numa fazenda alugada, propriedade de um milionário sem escrúpulos (David Tewlis). Cansado da arrogância do senhorio, decide enfrentá-lo em um leilão e acaba comprando um cavalo inadequado para os serviços de aragem nas suas terras. O que ele não sabia era que seu filho estabeleceria com o animal um conexão jamais imaginada. Batizado de Joey pelo jovem, os dois começam seus treinamentos e desenvolvem aptidões, mas a 1ª Guerra Mundial chegou e a cavalaria britânica o leva embora, sem que Albert possa se alistar por não ter idade suficiente. Já nos campos de batalha e durante anos, Joey mostra toda a sua força e determinação, passando por diversas situações de perigo e donos diferentes, mas o destino reservava para ele um final surpreendente. 
Se você quiser saber mais sobre a “guerra dos cavalos”, pode acessar também o ótimo blog “Warrior – A Real War House”, do historiador Brough Scott, que escreveu um livro de referência sobre o assunto. Site:http://www.warriorwarhorse.com/

TRAILER  DO  FILME  CAVALO  DE GUERRA   DE  STEVEN  SPIELBERG

http://www.youtube.com/watch?v=CMAYVWpIsxQ

Os Ases da Primeira Guerra Mundial - Ernst Udet a grande lenda da Força Aérea Alemã

               ASES  DA PRIMEIRA  GUERRA  MUNDIAL  


    Dentro  do  projeto “ O  Centenário da  Primeira Guerra  Mundial “ estou  iniciando  a  série  “Os  ases  da  Primeira  Guerra  Mundial ”.  Serão  biografias  e imagens  detalhadas  dos  pilotos  que  participaram  do  conflito  que  deu  início a  guerra  nos  ares. No  futuro  será  publicado  um  livro  com  o  mesmo  título. O  primeiro piloto  a  ser  retratado  é  a  lenda  da  Força  Aérea  Alemã,  Ernst  Udet.

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              FORÇA AÉREA ALEMÃ / TENENTE ERNEST  UDET/  IMPÉRIO  ALEMÃO




                                                     
         A lenda da Força Aérea Alemã, Ernest Udet, nasceu num domingo, 26 de abril de 1896, em Munique, na Baviera, e desde criança teve paixão por  máquinas voadoras chegando a criar com seus amigos um clube juvenil de construção de modelos à escala, e  de construção de suas próprias máquinas voadoras, uma das quais Udet chegou a testar, atirando-se do telhado, dando origem ao seu primeiro acidente aéreo, com apenas 10 anos de idade.

      Na adolescência Udet  trabalhou na empresa do pai, que fabricava equipamentos para  casas  de banho, nas horas livres deslocava-se à fábrica de aviões Otto Works, e conseguiu convencer seu pai a pagar-lhe lições de vôo. Com 17 anos Udet  era um moço belo, mas muito baixo, pouco mais de 1,50 de altura, o que lhe rendeu o apelido “ Knaegges”  tinha uma moto e namorava a belíssima jovem de cabelos  e  olhos  claros Eleonora Zink.

        Em 1914 quando a guerra começou, Udet estava entusiasmado com a idéia de se alistar e ofereceu-se para a embrionária Força Aérea, no entanto o fato de ter apenas 17 anos e parecer ainda mais jovem por causa de sua baixa estatura, foi rejeitado, mas  não desanimou e acabou conseguindo alistar-se no Exército, no Corpo de Estafetas Motorizados, fornecendo para isso sua própria moto, foi isso que fez entre agosto e dezembro de 1914, altura em que o Corpo foi desmembrado e Udet  foi mandado de volta para casa. Udet não se deu por vencido e decidiu tirar o brevê de piloto, pagando dois mil marcos, e conseguindo o brevê em abril de 1915, com isso decidiu se candidatar novamente à Força Aérea, dessa vez aceitaram-no e foi colocado na Flieger Abteilung (Secção Aérea 68), uma unidade de observação  que voava primitivos aviões Aviatik, nessa altura  a aviação ainda não era vista como força de combate, mas apenas de apoio, os aviões não levavam armas, nem combatiam entre si.

       Udet muitas vezes cruzou com aviões franceses sem que nenhum confronto acontecesse, mas com o passar dos meses derrubar  aviões inimigos passou a ser parte das missões aéreas, tal como lançar bombas sobre alvos inimigos, mas Udet não teve que combater com aviões inimigos enquanto voava para observação.

        Em novembro de 1915 foi transferido para a aviação de caça, no Comando de Caças de Habsheim, que era formada por  quatro pilotos, entre eles Udet,  que operava nas regiões  montanhosas  do Vosgues que  fica  na  França.  Nessa nova unidade Udet não seria um navegador para os observadores, ele voaria sozinho e iria combater os inimigos. No entanto Udet não tinha espírito para a guerra ou para matar, era apenas um jovem de 18 anos que amava voar e estar ao lado de sua amada Eleonore. Mas Udet foi colocado à prova, em dezembro de 1915, voando sozinho, encontrou um avião inimigo, era a primeira vez que avistara um inimigo que deveria ser abatido, mas sem explicação Udet entrou em choque, a idéia de disparar e matar um ser humano mesmo que fosse inimigo aterrorizava-o, ele não havia começado a voar para matar... Udet só acordou do choque quando uma rajada de balas acertou seu avião e o feriu no rosto, ele fugiu e aterrissou sem ferimentos mais graves. Então começou a questionar se teria futuro nos aviões de caça, pois não queria matar ninguém, mas foi instruído que se não matasse, outro o mataria, era a vida do inimigo ou a dele, melhor que fosse do inimigo, então decidiu treinar mais e procurar o mais depressa possível outra oportunidade para testar de uma vez por todas  sua  capacidade de  caçador dos céus, precisava provar para si mesmo que era capaz de combater...

        A oportunidade surgiu somente três meses depois, no dia 18 de março de 1916. Udet estava sozinho no seu aeródromo quando um alarme soou... Partiu sozinho no seu Fokker em busca dos inimigos que se preparavam para bombardear um alvo alemão, era agora ou nunca, Udet então engoliu o pavor e decidiu escolher um alvo e atacar. Minutos depois ele disparou contra um bombardeiro Farman francês que incendiou e caiu. Dois homens lançaram-se do avião em chamas para a morte, em seguida Udet atacou um bombardeiro Caudron, mas  sua arma travou e o avião inimigo fugiu, então Udet decidiu regressar à base quando outros caças alemães começaram a atacar a formação inimiga. Nessa noite Udet matara suas primeiras vítimas, ele e os amigos celebraram.


         O Comando de Caças de Habsheim permaneceu durante todo o resto de 1916, nesse setor calmo da Alsácia, voava sobre as montanhas dos Vosgues, os combates aéreos eram raros, a segunda vitória de Udet aconteceu no dia 12 de outubro, seis meses depois da primeira, os franceses lançaram um  bombardeio aéreo sobre a cidade de Oberndorf, e os caças alemães da região levantaram vôo em grande formação para interceptá-los, Udet derrubou um Breguet Michelin, entre os nove aviões franceses derrubados nesse combate.


       As esquadrilhas de caça logo foram aperfeiçoadas e passaram a ser chamadas de Jastas. O Comando de Habsheim recebeu a  nominação de Jasta 15, ela permaneceu nos Vosgues até março de 1917, e Udet conseguiu abater mais dois aviões franceses aumentando sua contagem para quatro aviões derrubados, uma marca bem respeitável naquele setor. Ainda no mês de março de 1917 a esquadrilha foi transferida para o Norte, para a região de Champagne, a separação de Habsheim foi muito difícil após um ano voando a bela paisagem dos Vosgues, por outro lado em Champagne estavam estacionadas as melhores esquadrilhas de caça francesas inclusive a N-03,  considerada  a  melhor esquadrilha  de  caça  da  França.  Ali  Udet iria adquirir experiência, mas também seriam tempos difíceis para a Jasta 15.  O primeiro contato com a aviação inimiga foi no dia 16 de abril de 1917, dois aviões inimigos foram derrubados. Mas o colega de quarto de Udet, o tenente Esser foi abatido e morto, os combates foram duros. Em junho nenhum dos pilotos que haviam saído de Habsheim estava vivo, restava apenas Ernest Udet.


     A esquadrilha de Georges Guynemer (o  piloto  mais  famoso  da  França) começou  a ser equipada com o  mais  poderoso  avião  francês, o Spad VII, e passou a ser denominada  Spa 03.  No dia 04 de junho Guynemer resolveu voar sozinho. Naquela manhã o aviador Ernest Udet também partiu sozinho para uma patrulha, havia sido nomeado comandante  interino e esperava destruir um avião de observação francês. Sobre a Linha de Frente, a grande altitude, Udet avistou um caça francês solitário, dirigindo-se para ele, era um membro da Spa-03. Embora apenas com 21 anos, Udet  já era um ás e veterano de combate, preparou-se então para atacar e durante vários minutos manobrou com seu adversário num duelo terrível, esperando um erro para abatê-lo, mas para sua admiração o erro na acontecia. O piloto inimigo percebeu  que  as  armas  do  Albatroz  de  Udet  haviam travado, ele não podia defender-se, tudo estava perdido, o inimigo podia matá-lo.

       No desespero Udet começou a esmurrar as suas metralhadoras na esperança de  destravá-las, o  inimigo  pilotava  um  avião  Spad  de  cor  amarelada  com  uma  cegonha  desenhada  na  fuselagem. O piloto francês percebeu o desespero de Udet e num ato de extremo cavalheirismo chegou bem perto do Albatroz de Udet e acenou, quando a aeronave estava bem próxima, para sua surpresa descobriu que o aviador  francês se tratava nada mais nada menos do que Georges Guynemer, o ás dos ases, o maior aviador de toda guerra. Guynemer continuou acenando e abandonou a luta, Udet foi embora ileso.


       Ainda no mês de junho Udet decidiu transferir-se para outra esquadrilha, pois a Jasta 15 lembrava-lhe os seus camaradas mortos e obteve permissão para se juntar à Jasta 37 que estava baseada no Norte, na Flandres (fronteira  da  Bélgica  com  a  França) ali  Udet  enfrentaria  os  pilotos  ingleses.  A  Jasta  37  era  comandada por um antigo colega de Habsheim, o tenente Kurt Grashoff. Nesse setor Udet  encontrou novidades, começou a duelar com os caças ingleses. A unidade estava baseada no aeródromo de Wyn Ghene, perto do Canal da Mancha, como opositores Udet tinha pela primeira vez o Royal Flying Corps Britânico, ao contrário dos franceses, Udet não temia os ingleses, mas respeitava-os mais, os franceses usavam táticas de ataque surpresa e depois fugiam, mas os ingleses eram corajosos e verdadeiros cavalheiros, lutavam até o fim sem fugir. Udet era o piloto com mais vitórias na Jasta 37 e também um dos mais jovens. No  final de setembro recebera a notícia da morte de Guynemer, o fato o entristeceu.


      Naquele mês de setembro Udet mostrou todo seu valor, atacando de surpresa e derrubando em poucos segundos três caças ingleses, Grasshoff ao saber do fato indicou-o como comandante da Jasta 37 na sua ausência.  Udet amava grandemente sua noiva Eleonore, em todos seus aviões  ele  escreveu o  apelido  dela “LO”. Como líder da Jasta  37 passou maus tempos nos céus da Flandres no final de 1917, uma vez seu Albatroz preto com a inscrição  “ LO ”  foi atingido por 21 balas inimigas, mas Udet conseguiu regressar a sua base vivo. Em outra ocasião o seu caça foi gravemente danificado e ao aterrissar Udet capotou, mas milagrosamente mais uma vez  conseguiu sair ileso. Nessa época começou a voar dois Triplanos Fokker: um amarelo com  algumas listras pretas e  vermelhas, e um outro Triplano preto com listras brancas, ambos com a inscrição LO, mas não se adaptou bem ao novo aparelho.

      O extraordinário ás alemão Ernst Udet  era  líder da  Jasta 37 e combatia nos céus da Flandres  como  ninguém. Em março de 1918, Udet tinha acumulado 21 vitórias e era um dos principais ases alemães, nessa altura o Exército alemão preparava-se para a Ofensiva da Primavera e toda a Frente de Combate  aguardava.

      Num dia chuvoso surgiu no aeródromo da Jasta 37, perto de Le Catêau, o ás dos ases, o homem mais importante da Forca Aérea (Manfred von Richthofen) surgiu  para  conversar  com Udet. Numa curta conversa o Barão convidou Udet a juntar-se ao seu esquadrão, o famoso Circo Voador, formado pelas quatro melhores esquadrilhas da  guerra. Sem hesitar Udet aceitou e passou a integrar a Jasta 4, nessa época Udet  voava um Triplano da Fokker  branco com listras pretas, com a inconfundível inscrição “ LO “.


     No dia da Ofensiva da Primavera, em 21 de março o Barão Vermelho reuniu suas 4 esquadrilhas de combate de elite ( Jastas 4 -10 -11-12)  formando 50 aeronaves. A Kaiserschlacht (Batalha do Kaiser) também conhecida como Ofensiva Ludendorff, foi uma série de ataques alemães contra os Aliados ao longo da Frente Ocidental. As autoridades alemãs constataram que a sua única chance de vitória seria derrotar os Aliados antes que os esmagadores recursos materiais e humanos dos Estados Unidos pudessem ser implantados na guerra. Os ataques foram inicialmente destinados a varrer as forças aliadas para longe dos portos do canal, essenciais ao abastecimento britânico, para depois atacar os portos e outras linhas de comunicação. O Barão Vermelho partiu contra os balões de observação e caças aliados transformando-se numa das mais terríveis batalhas aéreas da guerra, com aviões ingleses e franceses disparando contra os aviões do Barão.  Muitos aviões e balões de observação caíram sobre o fogo do Circo Richthofen. Nos dias da Ofensiva, Udet derrubou um avião de observação inglês e dois caças.


     No dia 05 de abril, a  primeira ofensiva batizada “ Michael ”  chegou ao fim. A sorte de Udet teve de ser interrompida, um problema num tímpano levou-o para o hospital no dia 06 de abril de 1918. O médico diagnosticou  que seria impossível Udet  voar  novamente, e foi enviado para recuperação. De volta a casa e a sua família, Udet recebeu a notícia de que tinha sido condecorado com o mais alto galardão alemão, a Ordem Pour Lê Mérite  ou  Blue Max,  dada aos pilotos com mais de 20 vitórias. Usando essa medalha que todos os pilotos desejavam, Udet passeou pelas ruas de Munique ao lado de sua noiva Eleonore Zink ( LO) olhando para  todos  que notavam a Pour Lê Mérite no seu colarinho. Poucos dias depois recebeu a triste notícia do Circo Voador, o Barão Vermelho tinha caído morto em combate nos céus da França. Udet sentiu muito sua morte, pois era seu ídolo. Nos dias que se passaram, Udet sentiu que o seu lugar era de volta a Frente de Combate e dos seus companheiros. Apesar de sua noiva pedir para que não voltasse ao front.


     Numa manhã de maio de 1918 Udet regressou ao Circo Richthofen. O novo comandante do esquadrão era Wilhelm Reinhard, que ofereceu a Udet o comando da  Jasta 4. O Grupo  Richthofen estava  estacionado em  “ Pusiex Fermé ” e  defrontava a Forca Aérea Francesa.


      Logo Udet  recebeu um dos novos caças Fokker DVII, ao qual o pintou distintivamente de vermelho com algumas listras brancas escrevendo ” LO! “ na fuselagem, e ainda escreveu no leme da aeronave  um desafio aos seus adversários “ Du Doch Nicht! “  ( Tu ainda não), queria dizer que qualquer adversário que entrasse em combate com ele não seria esse ainda a derrubá-lo. Com este formidável avião Udet derrubou dezessete aviões inimigos. No dia 29 de junho Udet foi chamado para interceptar um avião de observação francês que dirigia o fogo da artilharia sobre as trincheiras alemãs perto  de Villers Cotteretz, uma vila francesa que servia de hospital e quartel  do Exército francês. Udet decolou no seu caça Fokker inscrito com sua frase provocatória “ Du Doch Nicht ” e avistou o bombardeiro francês  modelo Breguet  a uma altitude de 600 metros, voando sobre numerosas e violentas explosões de obuses de artilharia que levantavam uma negra nuvem de fumaça, Udet então atacou o bombardeiro francês rapidamente e com a primeira rajada viu o atirador inimigo cair dentro do cockpit, o piloto inimigo virou para as Linhas Francesas tentando escapar. 

     Udet pensando ter matado o atirador, aproximou-se  lateralmente do Breguett para derrubá-lo com uma rajada no motor, foi um erro terrível, pois o atirador não estava  morto e levantando-se no cockpit disparou sobre o Fokker crivando-o de balas que caiu fora de controle. Udet estava vivo, mas morreria se não conseguisse controlar o seu avião, alguns segundos depois ficou aparente que seu Fokker iria cair  para  a destruição. Udet com sorte usava um pára-quedas Heinecke, mas apenas dois pilotos alemães haviam conseguido se salvar com o novo invento, Udet não tinha esperanças de que iria sobreviver, mas não tinha escolha, saiu então do cockpit e atirou-se para fora do avião. No entanto a força do ar empurrou-o contra a asa traseira do Fokker onde ficou preso em sua célebre frase  “Du Doch Nicht “. Udet caia agora juntamente com seu caça, num abraço mortal. Desesperadamente  Udet  tentava com todas as forças libertar-se, até que apenas 200 metros do solo soltou-se e o pára-quedas finalmente abriu-se. A queda foi muito violenta, mas Udet sofreu apenas um tornozelo torcido, de repente explosões caíram a sua volta, a artilharia inimiga tentava atingi-lo e  o ás alemão teve que correr mancando em direção as  Linhas Alemãs para salvar a vida, porém as explosões jogaram Udet no chão, mas ele conseguiu levantar-se e continuar o seu caminho. Finalmente chegou a uma trincheira alemã onde fumou um cigarro e pediu transporte de volta ao seu aeródromo. Nessa mesma tarde voou outra vez num outro Fokker e sobrevoou os destroços do seu antigo avião, um esqueleto negro consumido pelas chamas onde Udet  poderia estar.


      No dia 02 de julho enfrentou pela primeira vez os pilotos americanos, abatendo dois Nieuports 28, um dos pilotos, o segundo-tenente Walter Maker, mesmo ferido foi obrigado a aterrissar nas Linhas Alemãs, Udet então pousou perto do avião do jovem piloto americano e deu-lhe um cigarro e ficou conversando até que o auxílio médico chegasse, depois Udet recortou o tecido do leme do avião americano e guardou como lembrança. Walter Maker sobreviveu tornando-se prisioneiro de guerra.  No dia 03  de julho Udet  recebeu ordens para voltar à Alemanha para tirar uma licença.


      No dia 01 de agosto Udet  estava de volta aos combates, mas agora o líder do Circo Voador era Hermann Goering que havia substituído Wilhelm Reinhard, que tinha morrido num acidente de avião na Alemanha. No dia 10 de agosto, o  companheiro e rival de Udet  em numero de vitórias (Erich Loewenhardt) da  Jasta 11  que pilotava um  Fokker DVII  amarelo foi morto em combate.


      No período entre os  dias 1 e 21 de agosto Udet derrubou mais 20 aviões inimigos, e assim tornou-se o piloto alemão em atividade com o maior número de vitórias, sendo superado apenas pelo finado Manfred von Richthofen. No dia 22 de agosto dois balões de observação alemães haviam sido abatidos por uma esquadrilha inglesa,  a Jasta 4 de Udet  então decolou para interceptar os caças inimigos, voavam na direção de Braie, uma cidade perto das praias da Normandia, a 3.000 metros de altitude. Por baixo de Udet estava a linha de balões alemã e acima a esquadrilha inimiga, cinco caças Se5a  ingleses, eles tentavam evitar o combate, mas de repente um deles passou pelo avião vermelho e branco de Udet em direção aos balões alemães, Udet mergulhou atrás do inimigo, era o líder da esquadrilha que em pouco segundos conseguiu abater um balão alemão que queimou em chamas. O caça inglês ainda conseguiu fugir em direção a Oeste rente ao solo, mas Udet ficou irritado e começou a persegui-lo numa louca investida a pouco mais de 3 metros de altitude, desviando de árvores e postes telefônicos, Udet acabou conseguindo alcançá-lo e disparou sua metralhadora contra ele derrubando-o e alcançando a vingança almejada.

      Udet foi enviado novamente a mais um período de licença, pois Goering não queria correr o risco de perder  Udet, ele era a mais nova arma de propaganda. Por esta altura, a guerra estava a correr mal para os alemães. Devido ao bloqueio naval britânico, a Alemanha estava sofrendo de alimentos e escassez de matérias-primas. A força aérea alemã foi prejudicada pela falta de combustível, equipamentos e novos recrutas. Os aliados, por outro lado,  eram reforçados por colônias ricas da Grã-Bretanha e pelo  poder industrial dos Estados Unidos, estavam enviando número cada vez maior de aviões nos céus. A guerra ficava mais difícil a cada dia.  Para  cada aeronave alemã  que  subia outras cinco  aeronaves  aliadas voavam  contra  ela.


      Udet regressou as batalhas em setembro, e  no dia 26  derrubou dois bombardeiros americanos perto da sua base, elevando o seu número de vitórias para 62, mas nesse combate acabou sendo ferido na coxa e foi retirado para tratamento até que recebeu a triste notícia de que o Kaiser havia fugido para o exílio, a guerra havia acabado e a Alemanha assinado o armistício. Udet tinha 22 anos e foi recebido como um grande herói pelos seus compatriotas.


     Era o fim de um período para todos os aviadores que participaram da Grande Guerra. Embora as batalhas aéreas tivessem deixado milhares de mortes e mutilações,   foi considerada a guerra mais limpa durante aqueles quatro anos terríveis, muitos ases prezaram a honra e o cavalheirismo. Embora desejassem o fim da guerra, os pilotos que sobreviveram jamais esqueceriam aqueles que foram os momentos mais importantes de suas vidas...



Texto: Max  Wagner -  escritor  e  historiador,  autor  do  romance  “ A Última  Poesia “  que  retrata  a  Primeira  Guerra  Mundial. 


        ILUSTRAÇÕES  DE  ERNST  UDET   E  DOS  SEUS AVIÕES



























BIOGRAFIA DE MANFRED VON RICHTHOFEN

Manfred von Richthofen
Manfred von Richthofen.jpg
Richthofen veste a le Mérite Despeje , o "Blue Max", Prússiamais alta ordem militar 's neste retrato oficial, c. 1917
Nome do nascimentoManfred Albrecht Freiherr von Richthofen
Apelido"Barão Vermelho"
Nascido2 de maio de 1892 Breslau , Alemanha(agora Wrocław, Polônia)
Morreu21 de abril de 1918 (com 25 anos)Morlancourt Ridge, perto de Vaux-sur-Somme, França
FidelidadeImpério Alemão Império Alemão
Serviço / ramoUhlan (lanceiros) 
Luftstreitkräfte (Imperial Alemão Exército Air Service)
Os anos de serviço1911-1918
CategoriaRittmeister ( Cavalaria Capitão )
UnidadeJasta 11 , Jagdgeschwader 1
Comandos realizadas
Jasta 11 (Janeiro 1917)
Jagdgeschwader 1 (24 de junho de 1917 - 21 de abril 1918)
RelaçõesLothar von Richthofen (irmão), Wolfram von Richthofen (primo) ver Richthofen para mais

Assinatura
Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen (2 de maio de 1892 - 21 de abril 1918), também conhecido como o Barão Vermelho, era um alemão piloto de caça  durante a Primeira Guerra Mundial. Ele   abateu  80  aviões  durante  a  guerra,  o  foi  o melhor  piloto  do  conflito. 
Começou  a  carreira  militar na  Cavalaria. Richthofen  foi transferido para o serviço aéreo em 1915, tornando-se um dos primeiros membros da Jasta 2 em 1916. Ele rapidamente se distinguiu como um piloto de caça, e durante 1917 se tornou líder de Jasta 11 e, em seguida, a unidade maior Jagdgeschwader 1 (mais conhecido como o "Flying Circus"). Em 1918, ele foi considerado como um herói nacional na Alemanha, e foi muito bem conhecido pelos  inimigos.
Richthofen foi abatido e morto perto de Amiens em 21 de Abril de 1918. Houve discussão e debate sobre os aspectos de sua carreira, especialmente as circunstâncias de sua morte considerável. Ele continua a ser, talvez, o piloto de caça mais conhecido de todos os tempos, e tem sido o tema de muitos livros, filmes e outras mídias.

Nome e apelidos 

Richthofen foi um Freiherr (literalmente "Livre Senhor"), um título de nobreza , muitas vezes traduzido como Barão. Este não é  estritamente um título hereditário, já que todos os membros masculinos da família tinham direito a ele, mesmo durante a vida de seu pai.  Este título, combinado com o fato de que ele tinha a sua aeronave pintada de vermelho, levou a Richthofen ser chamado de "O Barão Vermelho"  Durante a sua vida, no entanto, foi mais frequentemente descrito em alemão como Der Rote Kampfflieger  (O  piloto vermelho  Lutador ). Este nome foi usado como o título de 1917 a autobiografia de Richthofen.  
Outros apelidos de Richthofen incluem "Le Diable Rouge" ("Red Devil") ou "Le petit Rouge" ("Little Red") em francês, "Red Knight" em Inglês.

Início da vida 


Von Richthofen brasão .
Von Richthofen nasceu em Kleinburg, perto de Breslau, Baixa Silésia (hoje parte da cidade de Wrocław , Polônia), em uma  família aristocrática . Seu pai era major Albrecht Phillip Karl Julius Freiherr von Richthofen e sua mãe era Kunigunde von und Schickfuss Neudorff. Ele tinha uma irmã mais velha (Ilse) e dois irmãos mais novos.
Quando tinha quatro anos de idade, Manfred se mudou com sua família para a vizinha Schweidnitz (agora Świdnica ). Ele gostava de andar a cavalo e caçar, bem como ginástica na escola. Ele  se  destacou em barras paralelas e ganhou uma série de prêmios na escola. Ele e seus irmãos, Lothar e Bolko,caçavam javalis, alces, pássaros e veados. 
Depois de ser educado em casa, ele frequentou uma escola em Schweidnitz, antes do início da formação militar, quando ele tinha 11 anos. Depois de completar o treinamento de cadetes em 1911, ele se juntou aos  Ulanos,  uma   unidade  de  cavalaria  de  primeira  classe. 

Serviço  na  Primieira  Guerra  Mundial 

Quando a Primeira Guerra Mundial começou, Richthofen serviu como na cavalaria de reconhecimento , vendo a ação na Rússia, França e Bélgica, no entanto, com o advento da guerra de trincheiras tornando as operações de cavalaria tradicionais ultrapassados ​​e ineficientes, o regimento de Richthofen  foi  desmontado, servindo  apenas  como corredores de expedição e as operadores de telefonia de campo. Decepcionado e aborrecido por não poder participar diretamente em combate, a gota d'água para Richthofen foi  uma ordem de  transferir-se  para  o  ramo de abastecimento do exército. Começou  então  a  interessar-se  pela  aviação . Seu interesse tinha sido despertado por seu exame de um avião militar alemão por trás das linhas  inimigas e ele pediu uma transferência para Die des deutschen Fliegertruppen Kaiserreiches (Imperial Exército alemão Air Service), que mais tarde seria conhecido como o Luftstreitkräfte . Ele    escreveu  no seu pedido de transferência "Eu não  fui  para a guerra, a fim de recolher o queijo e ovos, mas para outra finalidade".] Apesar desta atitude pouco militar, e para sua própria surpresa, o seu pedido foi concedido, e ele juntou-se ao serviço de vôo no final de maio de 1915.]

Pilotar  de  Carreira 


Depois de um encontro casual com o  piloto de caças alemão Oswald Boelcke , Richthofen passou  a  ser treinado como piloto   em outubro de 1915.  Em março de 1916, ele se juntou Kampfgeschwader 2 ("No. 2 Bomber Squadron ( Geschwader ) ") vôo um de dois lugares Albatros C.III . Inicialmente, ele parecia ser um piloto médio baixo, lutando para controlar seu avião, e deixar de funcionar durante o seu primeiro vôo nos controles. [ 14 ] Apesar deste início ruim, ele tornou-se rapidamente em sintonia com seu avião e, como se em confirmação, sobre Verdun em 26 de abril de 1916, ele disparou em um francês Nieuport , tragando-a Fort Douaumont , [ 14 ] , embora, mais uma vez, ele não recebeu crédito oficial. Uma semana depois, ele decidiu ignorar os conselhos mais "experientes pilotos contra a voar através de uma tempestade, e mais tarde notou que ele havia sido" a sorte de passar o tempo ", e prometeu nunca mais voar em tais condições, a menos que ordenou a fazê-lo. [ 15 ]De junho a agosto de 1915, Richthofen era um observador em missões de reconhecimento sobre a Frente Oriental comFliegerabteilung 69 ("No. 69 Voador Squadron "). [ 10 ] Ao ser transferido para a frente de Champagne, ele conseguiu abater um atacante francês Farman aeronave com a metralhadora de seu observador em uma batalha tensa sobre linhas francesas; [ 13 ] no entanto, ele não foi creditado com a matança, uma vez que caiu atrás das linhas aliadas e, portanto, não pôde ser confirmada.
Depois de mais um feitiço voando bipostos na frente oriental, ele conheceu Oswald Boelcke novamente em agosto de 1916. Boelcke, visitando o leste em busca de candidatos para sua unidade lutador recém-formado, selecionado Richthofen para juntar-se Jagdstaffel 2 ("esquadrão de caça"). [ 16 ] Richthofen ganhou seu primeiro combate aéreo com Jasta 2 sobre Cambrai , França, em 17 setembro de 1916 . Boelcke foi morto durante uma colisão no ar com uma aeronave amigável em 28 de Outubro de 1916, Richthofen testemunhando o evento próprio. [ 16 ]

Uma réplica do vermelho de Manfred von Richthofen Fokker Dr.I triplane .

Maior Lanoe Hawker VC
Depois de sua primeira vitória confirmada, Richthofen pediu um copo de prata gravada com a data eo tipo de máquina inimigo de um joalheiro em Berlim. Ele continuou esta até que ele tinha 60 copos, altura em que a oferta cada vez menor de prata na Alemanha bloquearam significava que taças de prata como este não poderia mais ser fornecido. Richthofen interrompido suas ordens nesta fase, ao invés de aceitar copos feitos em estanho ou outros metais. [ d ]
Em vez de usar táticas agressivas de risco, como os de seu irmão, Lothar (40 vitórias), Manfred observado um conjunto de máximas (conhecido como o " Dicta Boelcke ") para assegurar o sucesso, tanto para o esquadrão e seus pilotos.[ 17 ] Ele era não um piloto espetacular ou acrobático, como seu irmão ou o famoso Werner Voss . No entanto, ele era um estrategista notável e líder do esquadrão e um excelente atirador. Normalmente, ele iria mergulhar de cima para atacar com a vantagem de o sol atrás dele, e com outros pilotos Jasta cobrindo sua retaguarda e flancos.
Em 23 de Novembro de 1916, Richthofen derrubou seu mais famoso adversário, ás britânico major Lanoe Hawker VC , descrito pelo próprio Richthofen como "o Boelcke britânico". [ 18 ] A vitória veio enquanto Richthofen estava voando umAlbatros D. II e Hawker voava um DH.2 . Depois de um longo duelo, Hawker foi morto por uma bala na cabeça enquanto tentava escapar de volta para suas próprias linhas. [ 19 ] Após este combate, Richthofen estava convencido de que ele precisava de um avião de caça com mais agilidade, mesmo com uma perda de velocidade . Ele mudou para o Albatros D. III em janeiro de 1917, marcando duas vitórias antes de sofrer uma rachadura de bordo na longarina da asa inferior do avião em 24 de janeiro. Richthofen revertido para o Albatros D.II ou Halberstadt D.II para os próximos cinco semanas. Ele estava voando sua Halberstadt, quando, em 6 de março, em combate com FE8s de 40 Squadron RFC , seu avião foi atingido pelo tanque de gasolina, provavelmente por Edwin Benbow , que foi creditado com a vitória. Richthofen foi capaz nesta ocasião para forçar terra sem seu avião pegando fogo. [ 20 ] Richthofen, em seguida, obteve uma vitória no Albatros D. II em 9 de março, mas desde seu Albatros D. III foi aterrada para o resto do mês, Richthofen comutado novamente para um D.II. Halberstadt [ 21 ]
Ele voltou ao seu Albatros D. III em 2 de Abril 1917 e marcou 22 vitórias em que antes de mudar para o Albatros DV no final de junho. [ 18 ] Desde o final de julho, após a sua alta hospitalar , Richthofen voou célebre Fokker Dr.I triplane , a aeronave de três alado distintivo com o qual ele é mais comumente associado, embora ele não use o tipo exclusivamente até depois que ele foi relançado com asas reforçadas em novembro. [ 22 ] Apesar da ligação popular, entre Richthofen e do Fokker Dr. I, apenas 19 de seus 80 mortes foram feitas neste tipo. [ 23 ] Era o seu Albatros D. III Serial No. 789/16, que foi pintada primeiro vermelho brilhante, no final de janeiro de 1917, e no qual ele ganhou o seu primeiro nome e reputação . [ 24 ]
Richthofen defendeu o desenvolvimento do Fokker D.VII com sugestões para superar as deficiências da aeronave então atual lutador alemão. [ 25 ] No entanto, ele nunca teve uma oportunidade para fazer o novo tipo de combate como ele foi morto poucos dias antes de entrar serviço.

Circo Voador editar ]


Manfred von Richthofen, com outros membros da Jasta 11
Em janeiro de 1917, depois de seu 16 º morte confirmada, Richthofen recebeu o Pour le Mérite (informalmente conhecido como "O Max Blue" [ 26 ] ), a mais alta honraria militar na Alemanha na época. No mesmo mês, ele assumiu o comando do esquadrão de caças Jasta 11 , que finalmente incluiu alguns dos pilotos alemães de elite, muitos dos quais ele treinou a si mesmo. Vários mais tarde se tornou líderes de seus próprios esquadrões. Ernst Udet (mais tarde, o coronel-general Udet) pertenciam ao grupo de Richthofen.
Na época, ele se tornou um comandante do esquadrão, Richthofen deu o passo flamboyant de ter sua Albatros pintado de vermelho. Posteriormente, ele geralmente voou em aviões pintadas de vermelho, embora nem todos eles eram totalmente vermelho, nem era o "vermelho" necessariamente o escarlate brilhante amado de-modelo e réplica de construtores.
Outros membros da Jasta 11 logo assumiu a peças de pintura de suas aeronaves Vermelho-sua razão "oficial" parece ter sido para fazer seu líder menos visível, e para evitá-lo sendo apontada em uma luta. Na prática, tornou-se uma coloração vermelha de identificação da unidade. Outros Jastas logo adotaram suas próprias "cores do esquadrão", e decoração de combatentes tornou-se geral em todo o Luftstreitkräfte . Apesar das desvantagens óbvias do ponto de vista da inteligência, o alto comando alemão autoriza esta prática, e propaganda alemã fez muito do que-Richthofen sendo identificado como Der Rote Kampfflieger -o "Red Battle-Flyer".

Von Richthofen (centro) com Hermann Thomsen (alemão Chief Air Service da Casa Civil, mostrado à esquerda) e Ernst von Hoeppner (Comandante Geral do Serviço Aéreo, mostrado à direita) na sede imperial em Bad Kreuznach.
Richthofen levou sua nova unidade para o sucesso sem precedentes, com um pico durante o " abril sangrento "de 1917. Nesse mês só ele derrubou 22 aviões britânicos, incluindo quatro em um único dia, [ 27 ] levantando a contagem oficial para 52. Em junho, ele havia se tornado o comandante do primeiro dos novos maiores Jagdgeschwader (asa) formações, levando Jagdgeschwader 1 , composto por Jastas 4, 6, 10 e 11. Estes eram, unidades táticas combinadas altamente móveis que podem se mover a curto prazo para as diferentes partes do frente, conforme necessário. Desta forma, tornou-se JG1 "The Flying Circus" ou "Richthofen Circus", seu nome vem tanto da mobilidade da unidade (incluindo, se necessário, o uso de tendas, caravanas e trens) e seus aviões de cor viva.
Richthofen foi um brilhante estrategista, com base na tática de Boelcke. Ao contrário Boelcke, ele liderou pelo exemplo e força de vontade, e não por inspiração. Ele foi muitas vezes descrito por quem? ] quanto distante, sem emoção, e bastante sem graça, apesar de alguns colegas afirmaram o contrário. [ 28 ] Ele circulou para seus pilotos a regra básica que ele queria lutar por: "Aponte para o homem e Dom 't saudades dele Se você está lutando contra um de dois lugares, pegue o primeiro observador,.. até ter silenciado a arma, não se preocupar com o piloto " [ 29 ]
Embora ele tenha sido agora exercer as funções de um tenente-coronel (em termos modernos RAF, um comandante de ala), manteve-se um capitão.O sistema no exército britânico teria sido para ele ter ocupou o posto adequado ao seu nível de comando (mesmo que apenas de forma temporária), mesmo que ele não tinha sido formalmente promovido. No exército alemão, não era incomum para um oficial de guerra para realizar uma classificação mais baixa do que suas obrigações implícitas, oficiais alemães sendo promovido de acordo com um cronograma e não pela promoção campo de batalha. Por exemplo, Erwin Rommel comandou um batalhão de infantaria como capitão em 1917 e 1918. Ele também era o costume para um filho não realizar um posto mais alto do que seu pai, eo pai de Richthofen foi um grande reserva.

Ferido em combate editar ]


Albatros DV pouso forçado depois de Richthofen perto Wervicq
Em 6 de julho de 1917, durante o combate com uma formação de FE2d lutadores dois lugares de No. 20 Squadron RFC , perto Wervicq , Richthofen sofreu uma grave cabeça ferida, causando desorientação instantâneas e cegueira parcial temporária. [ 27 ] Ele recuperou a consciência na hora de aliviar a aeronave fora de uma rodada em queda livre e executou um pouso acidentado em um campo no território amigável.[ 30 ] A lesão necessário várias operações cirúrgicas para remover lascas de ossos da área de impacto. [ 30 ] A vitória de ar foi creditada a Capitão Donald Cunnell de No. 20, [ 31 ] que foi o próprio abatido e morto um Alguns dias mais tarde (pelo fogo anti-aéreo). [ 32 ] O Barão Vermelho voltou ao serviço ativo (contra as ordens do médico) em 25 de julho, [ 33 ] mas foi em licença de convalescença de 5 setembro - 23 outubro. [ 34 ] Sua ferida Pensa-se que tenham causado danos duradouros (mais tarde, muitas vezes sofrendo de náuseas e dores de cabeça pós-vôo), bem como uma mudança no temperamento. Existe ainda uma teoria que liga esta lesão com a sua eventual morte.

Retrato de cartão postal alemão contemporâneo

Autor e herói editar ]

Durante sua licença de convalescença, Richthofen completou um esboço autobiográfico, Der rote Kampfflieger (1917). Escrito nas instruções do "Press and Intelligence" (ie propaganda) seção do Luftstreitkräfte , foi fortemente censurada e editada. [ 35 ] Uma tradução Inglês por J. Ellis Barker foi publicado em 1918 como A Batalha Red Flyer . [ 36 ] Embora Richthofen morreu antes de uma versão revisada poderia ser preparado, ele está no registro como repudiar o livro, afirmando que era "muito insolente" (ou "arrogante") e que ele "não era mais esse tipo de pessoa". [ 37 ]
Por volta de 1918, Richthofen havia se tornado uma lenda que temia-se que sua morte seria um golpe para o moral do povo alemão. [ 38 ] se Richthofen recusou-se a aceitar um trabalho solo após a sua ferida, afirmando que o soldado alemão teve média nenhuma escolha em suas funções, e ele, portanto, continuar a voar em combate. [ 39 ] Certamente, ele se tornou parte de um culto de herói-adoração, assiduamente incentivado pela propaganda oficial. Propaganda alemã circulado vários rumores falsos, incluindo o que os britânicos tinham levantado esquadrões especialmente para caçar Richthofen, e tinha oferecido grandes recompensas e um automático Cruz Victoria para qualquer piloto Allied que o derrubou. [ 40 ] passagens de sua correspondência indicam que ele pode ter pelo menos meia acredita algumas dessas histórias a si mesmo. [ 41 ]

Morte editar ]

Soldados e aviadores australianos examinar os restos de triplane de Richthofen

209 Squadron Badge-a queda águia vermelha simboliza a queda do Barão Vermelho

Aviadores australianos com triplane de Richthofen, 425/17 , depois de ter sido desmembrado por caçadores de souvenirs

Capitão Arthur Roy Brown foi oficialmente creditado pela RAF com abatendo Richthofen.
Richthofen foi ferido mortalmente apenas depois das 11:00 h em 21 de abril de 1918, enquanto voava sobreMorlancourt Ridge, perto do Rio Somme . 49 ° 56'0 .60 "N 2 ° 32'43 .71 "E
Na época, o Barão tinha vindo a prosseguir (a baixa altitude) um Sopwith Camel pilotado por um piloto canadense novato, tenente Wilfrid "Wop" Maio de No. 209 Squadron , Royal Air Force. [ 42 ] Por sua vez, o Barão foi flagrado e atacou brevemente por um Camel pilotado por um amigo de escola (e comandante de vôo) de maio de, canadense CapitãoArthur "Roy" Brown , que teve que mergulhar abruptamente no velocidade muito alta para intervir, e então tinha que subir abruptamente para evitar bater no chão. [ 42 ] Richthofen virou-se para evitar este ataque, e depois retomou a sua busca de Maio. [ 42 ]
Era quase certamente durante esta fase final em sua busca de Maio que Richthofen foi atingido por um único 0,303 bala, o que causou tal dano grave para o seu coração e os pulmões que deve ter produzido uma morte muito rápida. [ 43 ] [ 44 ]Nos últimos segundos de sua vida, ele conseguiu fazer um pouso precipitada, mas controlada (  49 ° 55'56 "N 2 ° 32'16 "E) em um campo em uma colina perto da estrada Bray-Corbie, ao norte da aldeia de Vaux-sur-Somme , em um setor controlado pela força imperial australiana (AIF). [ 42 ] Uma testemunha, Gunner George Ridgway, afirmou que quando ele e outros soldados australianos chegaram a aeronave, Richthofen ainda estava vivo, mas morreu momentos mais tarde. [ 44 ]Uma outra testemunha ocular, o sargento Ted Smout do Australian Medical Corps , informou que a última palavra de Richthofen foi " kaputt ". [ 45 [ e ]
Sua Fokker Dr. I, 425/17 , não foi seriamente danificado pelo pouso, mas logo foi desmontado por caçadores de souvenirs.
No. 3 Squadron , Australian Flying Corps , como o aparelho de ar aliado mais próximo, assumiu a responsabilidade de restos mortais do Barão.
Em 2009, de Richthofen certidão de óbito foi encontrada nos arquivos em Ostrów Wielkopolski , na Polónia. Richthofen brevemente tinha sido estacionado em Ostrów-que fazia parte da Alemanha até o final da I Guerra Mundial, antes de ir à guerra. O documento, que é um de uma página, a forma manuscrita em um livro de registro de 1.918 mortes, misspells nome de Richthofen como "Richthoven" e simplesmente afirma que ele "morreu 21 de abril de 1918, a partir de ferimentos sofridos em combate". [ 49 ]

Controvérsia editar ]

Controvérsia e contraditórias hipóteses continuam a cercar a identidade da pessoa que disparou o tiro que matou realmente Richthofen.
RAF creditado Brown com abatendo o Barão Vermelho, mas agora é geralmente aceite que a bala que atingiu Richthofen foi demitido a partir do solo.[ 44 ] [ 50 ] Richthofen morreu após um ferimento no peito extremamente grave e inevitavelmente fatal de uma única bala , penetrando desde a axila direita e ressurgindo ao lado do mamilo esquerdo. O ataque de Brown foi por trás e acima, e da esquerda do Richthofen. Ainda mais conclusiva, Richthofen não poderia ter continuado sua busca de Maio, enquanto ele fez (até dois minutos) tinha essa ferida vem de armas de Brown. [ 44 ] O próprio Brown nunca falou muito sobre o que aconteceu naquele dia, dizendo: " Não há nenhum ponto em mim comentando, como a prova já está lá fora ".

Retrato do grupo de oficiais e sargentos do 24 Machine Gun empresa em março de 1918.Sargento Cedric Popkin é o segundo a partir da direita na linha do meio.
Muitas fontes, incluindo um artigo de 1998 por Geoffrey Miller, um médico e historiador da medicina militar, e um EUA 2003 Public Broadcasting Service documentário, sugeriram que o sargento Cedric Popkin era a pessoa mais provável de ter matado Richthofen. [ 44 ] [ 50 ] Popkin era um anti-aeronaves metralhadora (AA), com o australiano 24 Machine Gun Company, e estava usando uma arma Vickers . Ele disparou contra aviões da Richthofen em duas ocasiões: primeiro, como o Barão estava indo direto para sua posição, e, em seguida, a longa distância, a partir da direita. Dada a natureza dos ferimentos de Richthofen, Popkin estava em uma posição para disparar o tiro fatal, quando o piloto passou por ele pela segunda vez, do lado direito. [ 44 ] [ 50 ] Alguma confusão foi causada por uma carta que Popkin escreveu: em 1935, a um historiador oficial australiano. Afirmou crença de Popkin que tinha disparado o tiro fatal como Richthofen voou direto em sua posição. No entanto, neste último aspecto, Popkin estava incorreta: a bala que causou a morte do Barão veio do lado (veja acima).
A 2002 Discovery Channel documentário sugere que Gunner WJ "Snowy" Evans , uma metralhadora Lewis com a bateria 53, 14 da brigada, Royal Australian Artilharia é provável que tenha matado von Richthofen. [ 45 ] No entanto, Miller eo documentário PBS demitir esta teoria, por causa do ângulo a partir do qual Evans disparados em Richthofen. [ 44 ] [ 50 ]
Outras fontes sugerem que Robert Gunner Buie (também da Bateria 53) pode ter disparado o tiro fatal. Há pouco suporte para esta teoria. [ 44 ] [ 50 ] No entanto, em 2007, um município em Sydney reconhecido Buie como o homem que abateu Richthofen, colocando uma placa perto da antiga casa de Buie. [ 51 ] Buie, que morreu em 1964 , nunca foi oficialmente reconhecida em qualquer outra forma.
O comandante do esquadrão No. 3 AFC, Major David Blake , inicialmente sugeriu que Richthofen tinham sido mortos pela tripulação de um de seu esquadrão RE8s , que também lutaram membros da unidade de Richthofen naquela tarde. Esta alegação foi rapidamente com desconto (mesmo que apenas por causa do fator tempo) e retirada. Depois de uma autópsia que ele testemunhou, Blake tornou-se um forte defensor da opinião de que uma máquina artilheiro AA tinha matado Richthofen.

Teorias sobre último combate editar ]

Richthofen foi uma grande experiência e lutador hábil piloto totalmente ciente do risco de fogo de chão. Além disso, ele estava muito de acordo com o final do mentor regras de seus Boelcke de combate aéreo, que eram fortemente contra assumir riscos tolos. Neste contexto, é universalmente aceito que o julgamento de Richthofen durante seu último combate foi estranhamente doentio em vários aspectos. [ 52 ] Várias teorias têm sido propostas para explicar o seu comportamento.
Em 1999, um pesquisador médico alemão, Henning Allmers, publicou um artigo na revista médica britânica The Lancet , sugerindo que é provável que os danos cerebrais da cabeça ferida Richthofen sofreu em julho de 1917 (veja acima) desempenhado um papel na morte do Barão Vermelho . Este foi apoiado por um artigo de 2004 por pesquisadores da Universidade do Texas . O comportamento de Richthofen após a sua lesão foi notada como consistente com lesões cerebrais pacientes, e tal ferimento poderia ser responsável por sua percepção de falta de juízo sobre o seu último voo: voando muito baixo sobre o território inimigo e sofrimento fixação alvo . [ 53 ]
Richthofen pode ter sido vítima de estresse de combate cumulativo , que o fez deixar de observar algumas de suas precauções usuais. Um dos principais craques aéreas britânicas, MajorEdward "Mick" Mannock , foi morto por fogo de chão em 26 de julho de 1918 ao cruzar as linhas, a baixo nível, uma ação ele sempre alertou seus pilotos mais jovens contra. Um dos mais populares dos ases do ar francês, Georges Guynemer , desapareceu em 11 de setembro de 1917, provavelmente ao atacar um de dois lugares, sem perceber vários Fokkers estavam escoltando-lo. [ 54 ] [ 55 ]
Há uma sugestão de que no dia da morte de Richthofen, o vento predominante foi de cerca de 25 mph (40 km / h) de leste, ao invés do habitual 25 mph (40 km / h) de oeste. Isso significava que Richthofen, indo geralmente para o oeste a uma velocidade do ar de cerca de 100 mph (160 km / h), estava viajando sobre o solo em 125 mph (200 km / h) e não a velocidade de solo mais típico de 75 mph (120 km / h). Este foi 60% mais rápido do que o normal e ele poderia facilmente ter se desviado sobre as linhas inimigas sem perceber, especialmente porque ele estava lutando com uma arma encravada e outro que estava disparando rajadas curtas só antes de precisar ser re-engatilhada. [ 52 ]
Na época da morte de Richthofen frente estava em um estado altamente fluido, após o sucesso inicial da ofensiva alemã de março-abril 1918 . Isso fazia parte da última oportunidade da Alemanha para ganhar a guerra. Diante da superioridade aérea aliada, o serviço aéreo alemão estava tendo dificuldade em adquirir informações reconhecimento vital, e pouco podia fazer para impedir que esquadrões aliados de completar reconhecimento efectivo e estreito apoio de seus exércitos.

Enterro editar ]


No 3 Esquadrão AFC oficiais eram pallbearers e outras fileiras do esquadrão agia como uma guarda de honra durante o funeral do Barão Vermelho em 22 de abril de 1918.
O funeral de Manfred von Richthofen
Em comum com a maioria dos oficiais aéreos aliados, Major Blake, que era responsável por restos de Richthofen, o Barão Vermelho considerado com grande respeito, e ele organizou uma completa funeral militar , a ser realizado pelo pessoal do esquadrão No. 3 AFC.
Richthofen foi sepultado no cemitério na vila de Bertangles , perto de Amiens , em 22 de abril de 1918. Seis dos oficiais do esquadrão No.3 serviu como pallbearers , e uma guarda de honra do esquadrão de outras patentes disparou uma saudação. [ f ] Contas de que a guarda de honra eram infantaria australiana são, aparentemente, baseado no fato de que em fotografias e filmes do evento eles estão vestindo uniformes FIA, completos com desleixo chapéus - isso é simplesmente porque os membros da AFC, que fazia parte do exército australiano, usavam uniformes normais do exército.
Esquadras aliadas estacionadas nas proximidades apresentado grinaldas memorial, um dos quais foi inscrito com as palavras: "Para Nossa Gallant e Worthy Foe".
A especulação de que seus oponentes organizado um sobrevoo em seu funeral, dando origem à formação de homem desaparecido , [ 56 ] é muito improvável e totalmente suportada por qualquer evidência contemporânea.
No início de 1920, as autoridades francesas criaram um cemitério militar em Fricourt , em que foram reinterred um número muito grande de vítimas de guerra alemão, incluindo Richthofen,. Em 1925, o irmão mais novo de Manfred von Richthofen, Bolko, recuperou o corpo de Fricourt e tomou a casa do Barão Vermelho para a Alemanha. A intenção da família era de Manfred para descansar no cemitério Schweidnitz, junto às sepulturas de seu pai e seu irmão Lothar , que tinha sido morto em um acidente aéreo no pós-guerra, em 1922. [ 57 ] O governo alemão solicitou, entretanto, que o lugar de descanso final ser o Invalidenhof cemitério em Berlim, onde muitos heróis militares alemães e os líderes do passado eram enterrados ea família concordou, Richthofen de receber um funeral de Estado . Mais tarde, o regime nazista de realizar mais uma grandiosa cerimônia memorial sobre esta grave, erigindo uma nova lápide enorme, com uma única palavra: ". Richthofen" [ 58 ] Durante a Guerra Fria , o Invalidenhof estava no limite da zona soviética em Berlim , e a lápide tornou-se cheio de marcas de balas disparadas contra tentativas de fugitivos para o oeste. Em 1975, os restos mortais foram transferidos para um jazigo da família no Südfriedhof em Wiesbaden , onde ele está enterrado ao lado de seu irmão Bolko, sua irmã Elisabeth, e seu marido. [ 59 ]

Sepultura em Berlim (1931)

Número de vitórias editar ]

Durante décadas após a I Guerra Mundial, alguns autores questionaram se Richthofen alcançado 80 vitórias, insistindo que seu registro foi exagerada para fins de propaganda. Alguns alegaram que ele tomou crédito para aeronaves abatidas por seu esquadrão ou asa.
Na verdade, as vitórias de Richthofen é melhor documentada do que os da maioria dos ases. Uma lista completa da aeronave o Barão Vermelho foi creditado com abatendo foi publicado em 1958 [ 60 ] , com documentados detalhes esquadrão RFC / RAF, números de série de aeronaves, e as identidades dos aviadores aliados mortos ou capturados, 73 dos 80 são listadas como combinar as perdas britânicas gravadas. Um estudo realizado pelo historiador britânico Norman Franks com dois colegas, publicado no sob as armas do Barão Vermelho em 1998, chegou à mesma conclusão sobre o alto grau de precisão das vitórias reclamadas do Richthofen. Também houve vitórias não confirmados de que pusesse o seu total real tão elevado como 100 ou mais. [ 61 ]
Para efeito de comparação, o craque Allied maior pontuação foi o francês René Fonck , com 75 vitórias confirmadas [ 62 ] e mais um 52 não confirmado por trás das linhas inimigas. [ 61 ] A maior pontuação do Império Britânico pilotos de caça eram canadenses Billy Bishop , que foi oficialmente creditado com 72 vitórias, [ 63 ] James McCudden , com 57 vitórias confirmadas, Raymond Collishaw com 60, [ 64 ] e Mick Mannock com 61 vitórias confirmadas. [ 65 ] [ 66 ]
É também significativo que, enquanto as vitórias iniciais de Richthofen e do estabelecimento de sua reputação coincidiu com um período de alemão superioridade aérea , muitos de seus sucessos foram alcançados contra um inimigo numericamente superior, que estavam voando aviões de caça que foram no geral melhor do que o seu próprio . [ 60 ]